O IRREFREÁVEL, DE ALEXEI BUENO – DEVIR E PERMANÊNCIA

HENRIQUE DUARTE NETO

Livro recém-lançado, neste 2025, O irrefreável, de Alexei Bueno, saído por sua própria editora (Anadiômene), é um caso de poema-opúsculo potencializado por distintas atmosferas cromáticas. O aludido irrefreável é um rio, ou antes córrego, que atravessa parte da capital do estado do Rio de Janeiro prefigurando para o poeta-pensador reflexões e imagens acerca do ser humano, das coisas em si e, no geral, do próprio fenômeno da existência, em sentido estrito e amplo. Esse rio, inclusive, tem nome, Trapicheiros ou Trapicheiro, sendo cada uma das formas enaltecida, já que o período de tempo em que se fez e faz alusão a ele se alterou, gerando, assim, a dualidade referencial. O poema de certa forma segue o desnível do rio (desnível mais intuído pela estrutura do que dito pelo poeta), com versos longos e curtos, prioritariamente sem o recurso explícito das rimas, o que em livros como O sono dos humildes (2021) e Naquele remoto agora (2024), esteve, pelo contrário, presente de forma recorrente.

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PORQUE ERAM ELAS PORQUE ERA EU

CAILANI ALVES DE CARVALHO 

BRITO, Herasmo B. O. Porque Eram Elas Porque Era Eu. São Paulo: Patuá, 2025.

O livro intitulado Porque Eram Elas Porque Era Eu é uma obra que, além de narrar um romance entre três pessoas, também propõe ao leitor reflexões sobre literatura, filosofia, cinema e sobre a tendência neorregionalista, apresentando também personalidades de destaques nessas áreas. A obra é de autoria de Herasmo Braga de Oliveira Brito.

A obra foi publicada em 2025 pela editora Patuá, tem 152 páginas e é dividida em 10 capítulos curtos, que o autor não intitula, apenas numera. Os capítulos seguem uma cronologia, sendo organizados na ordem dos acontecimentos. Cada novo tópico corresponde a uma parte da história.

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